Em cada um de nós existe um Zezinho.
Ele representa o nosso lado curioso, inventivo,
tecnológico, científico e principalmente motivado em descobrir. O
Zezinho está nas escolas, nas faculdades e nas ruas. São nossas
crianças, adolescentes e adultos com o potencial de alcançar o novo e o
inexplorado, sem nunca pensar em desistir, mas sim em fazer acontecer.
O nome Zezinho tem como referência o médico, pesquisador, educador e jornalista
JOSÉ
REIS (nascido em 1907, falecido em 2002), considerado o pai da
divulgação científica no Brasil. Ele fundou em 1948, juntamente com
outros cientistas, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência
(SBPC). Reis ganhou diversos prêmios, como o Kalinga (de divulgação
científica), da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e
Cultura (Unesco). Em 1979, o Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq) instituiu o Prêmio José Reis de
Divulgação Científica, que tem como objetivo premiar profissionais de
alto nível que contribuem com eficiência para a divulgação do
conhecimento científico e tecnológico.
A Universidade
de São Paulo (USP) criou em 1992, o Núcleo José Reis de Divulgação
Científica da ECA-USP, com o escopo de contribuir para o estudo e
aperfeiçoamento das teorias, técnicas e formas da divulgação da ciência e
tecnologia. Em junho de 2003, a Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp), em sua homenagem, inaugurou o Espaço José Reis – Oficina de
Jornalismo Científico do Laboratório de Estudos em Jornalismo Científico
(Labjor), que abriga o curso de pós-graduação lato sensu oferecido pela
Universidade e a equipe de profissionais e pesquisadores que atuam nas
revistas Comciência e Ciência e Cultura.
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